Pesquisar este blog

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Espécies Ameaçadas(Flora) - Parte 11

1-Pfaffia minarum: VULNERÁVEL


População muito pequena ou restrita, com área de ocupação (tipicamente menos de 20 km²) ou número de localidades (tipicamente cinco ou menos) de modo que ela esteja sujeita aos efeitos de atividade humana ou eventos estocásticos em período de tempo muito curto em futuro incerto e é portanto capaz de se tornar Criticamente em Perigo ou até Extinta em um período curto de tempo.

População pequena e restrita. espécie com pequenas populações, pouco frequente na Cadeia do Espinhaço.

Grupo: Dicotiledôneas

Família: Amaranthaceae

2- Pfaffia townsendii: VULNERÁVEL


População muito pequena ou restrita, com área de ocupação (tipicamente menos de 20 km²) ou número de localidades (tipicamente cinco ou menos) de modo que ela esteja sujeita aos efeitos de atividade humana ou eventos estocásticos em período de tempo muito curto em futuro incerto e é portanto capaz de se tornar Criticamente em Perigo ou até Extinta em um período curto de tempo.

População muito pequena e restrita.

Grupo: Dicotiledôneas

Família: Amaranthaceae


3- Cooperia brasiliensis: VULNERÁVEL

Área de ocupação estimada entre 2000 e 500 km², e estimativas que indicam estar severamente fragmentada ou conhecido entre 10 e 5 localidades, declínio contínuo observado, inferido ou projetado em área, extensão e/ou qualidade do habitat e em número de localidades ou subpopulações.

A distribuição não é muito ampla, formando manchas em áreas de afloarmento de rochas, no sudeste do RS, e os ambientes estão se degradando rapidamente. Cresce em áreas que atualmente estão em degradação pela ocupação humana, em áreas pedregosas, com grande atividade antrópica de sobrepastoreio, imobiliário e turistico. Não foi coletado em áreas protegidas.


Grupo: Monocotiledôneas

Família: Amaryllidaceae

Biomas - Definição


Definição

Podemos definir bioma como um conjunto de ecossistemas que funcionam de forma estável. Um bioma é caracterizado por um tipo principal de vegetação (num mesmo bioma podem existir diversos tipos de vegetação). Os seres vivos de um bioma vivem de forma adaptada as condições da natureza (vegetação, chuva, umidade, calor, etc) existentes. Os biomas brasileiros caracterizam-se, no geral, por uma grande diversidade de animais e vegetais (biodiversidade).

Biomas Brasileiros

-  Biomas Litorâneos – com um litoral muito extenso, o Brasil possui diversos tipos de biomas nestas áreas. Na região Norte destacam-se as matas de várzea e os mangues no litoral Amazônico. No Nordeste, há a presença de restingas, falésias e mangues. No Sudeste destacam-se a vegetação de mata Atlântica e também os mangues, embora em pouca quantidade. Já no sul do país, temos os costões rochosos e manguezais.

-  Caatinga – presente na região do sertão nordestino (clima semi-árido), caracteriza-se por uma vegetação de arbustos de porte médio, secos e com galhos retorcidos. Há também a presença de ervas e cactos.

-  Campos – presente em algumas áreas da região Norte (Amazonas, Pará e Roraima) e também no Rio Grande do Sul. A vegetação dos campos caracteriza-se pela presença de pequenos arbustos, gramíneas e herbáceas.

-  Cerrado – este bioma é encontrado nos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Tocantins. Com uma rica biodiversidade, caracteriza-se pela presença de gramíneas, arbustos e árvores retorcidas. As plantas possuem longas raízes para retirar água e nutrientes em profundidades maiores.

-  Floresta Amazônica – é considerada a maior floresta tropical do mundo com uma rica biodiversidade. Está presente na região norte (Amazonas, Roraima, Acre, Rondônia, Amapá, Maranhão e Tocantins). É o habitat de milhares de espécies vegetais e animais. Caracteriza-se pela presença de árvores de grande porte, situadas bem próximas umas das outras (floresta fechada). Como o clima na região é quente e úmido, as árvores possuem folhas grandes e largas.

-  Mata dos Pinhais – também conhecida como Mata de Araucárias, em função da grande presença da Araucária angustifolia neste bioma. Presente no sul do Brasil, caracteriza-se pela presença de pinheiros, em grande quantidade (floresta fechada). O clima característico é o subtropical.

-  Mata Atlântica – neste bioma há a presença de diversos ecossistemas. No passado, ocupou quase toda região litorânea brasileira. Com o desmatamento, foi perdendo terreno e hoje ocupa somente 7% da área original. Rica biodiversidade, com presença de diversas espécies animais e vegetais. A floresta é fechada com presença de árvores de porte médio e alto.

-  Mata de Cocais – presente, principalmente, na região norte dos estados do Maranhão, Tocantins e Piauí. Por se tratar de um bioma de transição, apresenta características da Floresta Amazônica, Cerrado e da Caatinga. Presença de palmeiras com folhas grandes e finas. As árvores mais comuns são: carnaúba, babaçu e buriti.

-  Pantanal – este bioma está presente nos estados de Mato-Grosso e Mato-Grosso do Sul. Algumas regiões do pantanal sofrem alagamentos durante os períodos de chuvas. Presença de gramíneas, arbustos e palmeiras. Nas regiões que sofrem inundação, há presença de árvores de floresta tropical.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Espécies Ameaçadas(Flora) - Parte 10

1-Gomphrena scandens: VULNERÁVEL

Extensão de ocorrência estimada entre 5.000 e 20.000 km² e estimativas que indicam estar severamente fragmentada ou conhecida entre 5 a 10 localidades com declínio contínuo observado, inferido ou projetado em extensão de ocorrência e em número de localidades ou subpopulações. Área de ocupação estimada entre 2000 e 500 km², e estimativas que indicam estar severamente fragmentada ou conhecido entre 10 e 5 localidades, declínio contínuo observado, inferido ou projetado em número de localidades ou subpopulações .

redução no tamanho população últimos anos: alt. Os ultimos exemplares coletados foram na década de 40.

Grupo: Dicotiledôneas

Família: Amaranthaceae

2-Lecosia oppositifolia: CRITICAMENTE EM PERIGO


Extensão de ocorrência estimada menor que 100 km² e estimativas que indicam estar severamente fragmentada ou conhecida em apenas uma localidade com declínio contínuo observado, inferido ou projetado em extensão de ocorrência, em área de ocupação, em área, extensão e/ou qualidade do habitat e em número de localidades ou subpopulações. Área de ocupação estimada menor que 10 km², e estimativas que indicam estar severamente fragmentada ou conhecido em uma localidades, declínio contínuo observado, inferido ou projetado em extensão de ocorrência, em área de ocupação, em área, extensão e/ou qualidade do habitat e em número de localidades ou subpopulações

Extensão ocorrência 100km2, conhecida única localidade. Distribuição geográfica em área onde a mata atlântica sobre muito impacto.

Grupo: Dicotiledôneas

Família: Amaranthaceae

3-Pfaffia argyrea: VULNERÁVEL

População muito pequena ou restrita, com área de ocupação (tipicamente menos de 20 km²) ou número de localidades (tipicamente cinco ou menos) de modo que ela esteja sujeita aos efeitos de atividade humana ou eventos estocásticos em período de tempo muito curto em futuro incerto e é portanto capaz de se tornar Criticamente em Perigo ou até Extinta em um período curto de tempo.

População pequena e restrita.

Biomas - Pampa


Pampa

Também é conhecido como Campos do Sul ou Campos Sulinos. Ocupa uma área de 176.496 Km² correspondente cerca de 2% do território nacional e é constituído principalmente por vegetação campestre. No Brasil o Pampa só está presente do estado do Rio Grande do Sul, ocupando 63% do território gaúcho e também está presente em territórios da Argentina e Uruguay.

O Pampa é composto basicamente de gramíneas, herbáceas e algumas árvores. Serão graves os impactos da transformação no ecossistema atual em monocultura de árvores, cujo estágio de sucessão é bem diferente.

Toda monocultura provoca um desequilíbrio ambiental, que corresponde com a diminuição de algumas espécies e aumento de outras, além de alteração nas funções ecológicas básicas do ecossistema.

Os Campos da região Sul do Brasil são denominados como “pampa”, termo de origem indígena para “região plana”. Esta denominação, no entanto, corresponde somente a um dos tipos de campo, mais encontrado ao sul do Estado do Rio Grande do Sul, atingindo o Uruguai e a Argentina.

Outros tipos conhecidos como campos do alto da serra são encontrados em áreas de transição com o domínio de araucárias. Em outras áreas encontram-se, ainda, campos de fisionomia semelhantes à savana. Os campos, em geral, parecem ser formações edáficas (do próprio solo) e não climáticas. A pressão do pastoreio e a prática do fogo não permitem o estabelecimento da vegetação arbustiva, como se verifica em vários trechos da área de distribuição dos Campos do Sul.

A região geomorfológica do planalto de Campanha, a maior extensão de campos do Rio Grande do Sul, é a porção mais avançada para oeste e para o sul do domínio morfoestrutural das bacias e coberturas sedimentares. Nas áreas de contato com o arenito botucatu, ocorrem os solos podzólicos vermelho-escuros, principalmente a sudoeste de Quaraí e a sul e sudeste de Alegrete, onde se constata o fenômeno da desertificação. O solo, em geral, de baixa fertilidade natural e bastante suscetível à erosão.

À primeira vista, a vegetação campestre mostra uma aparente uniformidade, apresentando nos topos mais planos um tapete herbáceo baixo – de 60 cm a 1 m -, ralo e pobre em espécies, que se torna mais denso e rico nas encostas, predominando gramíneas, compostas e leguminosas; os gêneros mais comuns são: Stipa, Piptochaetium, Aristida, Melica, Briza. Sete gêneros de cactos e bromeliáceas apresentam espécies endêmicas da região. A mata aluvial apresenta inúmeras espécies arbóreas de interesse comercial.

Na Área de Proteção Ambiental do Rio Ibirapuitã, inserida neste bioma, ocorrem formações campestres e florestais de clima temperado, distintas de outras formações existentes no Brasil. Além disso, abriga 11 espécies de mamíferos raros ou ameaçados de extinção, ratos d’água, cevídeos e lobos, e 22 espécies de aves nesta mesma situação. Pelo menos uma espécie de peixe, cará (Gymnogeophagus sp., Família Cichlidae) é endêmica da bacia do rio Ibirapuitã.

O Pampa Gaúcho está situado no sul do Brasil, no Estado do Rio Grande do Sul, na divisa com o Uruguai. O Pampa é uma região de clima temperado, com temperaturas médias de 18°C, formada por coxilhas onde se situam os campos de produção pecuária e as várzeas que se caracterizam por áreas baixas e úmidas. A região sul tem, na pecuária, uma tradição que se iniciou com a colonização do Brasil.

Os campos no RS ocupam uma área de aproximadamente 40% da área total do estado. O Pampa gaúcho da Campanha Meridional encontra-se dentro da área de maior proporção de campos naturais preservados do Brasil, sendo um dos ecossistemas mais importantes do mundo.

Espécies Ameaçadas(Fauna) - Parte 10

1-MARISCO-DE-ÁGUA-DOCE - ANODONTITES FERRARISI: EM PERIGO




É uma espécie rara no Rio Grande do Sul e restrita aos rios que correm pela região do Pampa em direção ao rio Uruguai.

A espécie instala-se em fundos firmes com areia grossa, argila com pouco limo ou também entre cascalhos e pedras. A maior quantidade de exemplares de uma população foi encontrada em pontos onde a corrente é de boa velocidade, com boa transparência da água. As populações encontradas até agora são constituídas de poucos exemplares. O Rio Grande do Sul é o único Estado brasileiro onde ocorre esta espécie.

FATORES DE AMEAÇA: Introdução de espécie exótica, Perda/degradação de habitat, poluição.

BIOMA: Pampa

2- ANODONTITES IHERINGI: EM PERIGO

É uma espécie que vive em pequenas populações, de abundâncias desconhecidas, em rios e arroios do Rio Grande do Sul. Como os demais moluscos bivalves de água doce, é um filtrador ativo, desempenhando um papel de extrema importância no meio ambiente.


A espécie integra a cadeia alimentar de vários vertebrados. Pode ser utilizado como indicador de condições ambientais ou como biomonitor de alterações ambientais ou de poluição. Esta espécie tem preferência por rios e arroios com águas bem oxigenadas e correntes e fundo compactado. A concha é espessa, o contorno é elíptico ovalado, os umbos muito baixos, a região anterior curta e arredondada. A superfície externa de cor marrom-esverdeada, às vezes ornamentada com linhas radiais verdes formando “Vs” imbricados. Internamente apresenta cicatrizes dos músculos adutores, profundas e bem demarcadas por linhas concêntricas escuras

FATORES DE AMEAÇA: Introdução de espécie exótica, Perda/degradação de habitat, poluição.

BIOMA: Mata Atlântica; Pampa

3- MARISCO-DE-ÁGUA-DOCE - ANODONTITES SOLENIFORMES: VULNERÁVEL



É um molusco bentônico dulciaqüícola pertencente à família Mycetopodidae. Sua concha é pouco oblíqua, sub-trapezoidal, alongada, com a margem côncava e uma depressão na região mediana da concha, cujo comprimento médio é de 6 a 7 cm. O contorno da concha lembra um rim.


São encontrados em sedimentos arenosos ou areno-lodosos, a profundidades que não ultrapassam 1 m. Enterra-se no substrato, de tal maneira que as aberturas inalante e exalante permanecem no nível do sedimento. A biologia reprodutiva ainda necessita ser estudada e, como a grande maioria dos bivalves de água doce, utilizam peixes como hospedeiros intermediários para completar o ciclo reprodutivo. Sua larva é denominada lasídio. Encontrada em substratos finos e compactados (lodosos) .

FATORES DE AMEAÇA: Perturbação Humana, introdução de espécie exótica.

BIOMA: Amazônia; Caatinga; Cerrado; Mata Atlântica




quarta-feira, 17 de abril de 2013

Espécies Ameaçadas(Fauna) - Parte 09

1-GELÉIA-D'ÁGUA - ANHETEROMEYENIA ORNATA: EM PERIGO


É uma esponja que ocorre em pequenos cursos d’água, com leitos pedregosos de águas límpidas e relativamente rasas e frias. Vive aderida a substratos rochosos. As crostas são tênues, extremamente frágeis, esverdeadas quando expostas à luminosidade, devido à associação com algas fotossintetizantes e esbranquiçadas quando na face inferior, sem luminosidade, dos substratos. O esqueleto é constituído de óxeas ligeiramente curvas com espinhos escassos, pequenos, agudos, os das extremidades curvados em direção à ponta da espícula. Essa esponja é destituída de microscleras. As gemoscleras birrotuladas, com eixos fortemente espinhados, compõem duas classes não muito distintas. As gêmulas são grandes, marrons, abundantes e apresentam-se individualmente soldadas ao substrato ou formando grupos de muitas gêmulas 

FATORES DE AMEAÇA: Perda/degradação de habitat, fatores intrínsecos, poluição.

BIOMA: Amazônia; Mata Atlântica; Pampa

2- PAPA-VENTO-DO-SUL - ANISOLEPIS UNDULATUS: VULNERÁVEL


A cauda dessa espécie corresponde a cerca de 70% do comprimento.É uma espécie de pequeno porte, que atinge cerca de 30 cm de comprimento total. Pouco se conhece sobre a biologia da espécie. 
Ovípara, alimenta-se de artrópodos e vive sobre árvores e arbustos, a 2 m de altura ou mais, podendo também se deslocar pelo solo. 
Os indivíduos são de difícil visualização, por sua coloração críptica 

FATORES DE AMEAÇA: Perda/degradação de habitat.

BIOMA: Pampa

3- MARISCO-PANTANEIRO - ANODONTITES ELONGATUS: VULNERÁVEL


É um bivalve filtrador de grande importância ecológica no ambiente límnico. Faz parte da cadeia alimentar, auxilia na fixação do fundo dos rios e diminui as partículas em suspensão na água. Pode servir como bioindicador ou biomonitor ambiental.

Encontra-se em fundos arenosos com baixa porcentagem de matéria orgânica. Apresenta conchas levemente pentagonais, sólidas, subinfladas, inequilaterais  umbo moderadamente elevado; linha da charneira levemente arqueada; extremidade anterior estreita, circular ou subtruncada, extremidade posterior bem pronunciada, circular, terminando em uma ponta cega quase na linha mediana, declive dorsal obliquamente truncado; base ventral subangulada no meio; perióstraco de cor verde-oliva pálida a escura, levemente seroso, nácar azulado, iridescente, cicatriz dos músculos bem marcada. A larva da espécie é um lasídio ainda desconhecido, que parasita peixes. A espécie depende do peixe para sua sobrevivência e dispersão. Existe certa especificidade e dependência entre este molusco e determinadas espécies de peixes. 

FATORES DE AMEAÇA: Introdução de espécie exótica, Perda/degradação de habitat, poluição.

BIOMA: Amazônia; Caatinga; Cerrado; Mata Atlântica; Pampa; Pantanal

Espécies Ameaçadas(Flora) - Parte 09

1-Gomphrena hatschbachiana: VULNERÁVEL




População muito pequena ou restrita, com área de ocupação (tipicamente menos de 20 km²) ou número de localidades (tipicamente cinco ou menos) de modo que ela esteja sujeita aos efeitos de atividade humana ou eventos estocásticos em período de tempo muito curto em futuro incerto e é portanto capaz de se tornar Criticamente em Perigo ou até Extinta em um período curto de tempo.

Grupo: Dicotiledôneas

Família: Amaranthaceae

2-Gomphrena nigricans : VULNERÁVEL


População muito pequena ou restrita, com área de ocupação (tipicamente menos de 20 km²) ou número de localidades (tipicamente cinco ou menos) de modo que ela esteja sujeita aos efeitos de atividade humana ou eventos estocásticos em período de tempo muito curto em futuro incerto e é portanto capaz de se tornar Criticamente em Perigo ou até Extinta em um período curto de tempo.

Espécie conhecida através de duas pequenas populações isoladas, apenas uma delas está incluída em UC. Está sujeita aos efeitos de atividade humana ou eventos estocásticos em período de tempo muito curto em futuro incerto e é portanto capaz de se tornar Criticamente em Perigo ou até Extinta em um período curto de tempo.

Grupo: Dicotiledôneas

Família: Amaranthaceae

3- Gomphrena riparia : CRITICAMENTE EM RISCO



Área de ocupação estimada menor do que 10 km², e estimativas que indicam estar severamente fragmentado ou conhecido entre 1 a 5 localidades com declínio contínuo observado, inferido ou projetado em extensão de ocorrência, em área de ocupação e em área, extensão e/ou qualidade do habitat

Conhecida de uma única localidade. Represamento do Rio Paraná.



Grupo: Dicotiledôneas

Família: Amaranthaceae