1- ADELOPHRYNE BATURITENSIS: VULNERAVEL
É uma espécie endêmica do Ceará, habita folhiços em bromélias e beira de riachos.
A espécie não é abundante na área de ocorrência, o que pode estar sendo afetado pelos longos períodos de ausência de chuva
A espécie não é abundante na área de ocorrência, o que pode estar sendo afetado pelos longos períodos de ausência de chuva
FATORES DE AMEAÇA: Perturbação humana, perda/degradação de habitat, fatores intrínsecos.
BIOMA: Caatinga, Mata Atlântica
2- ADELOPHRYNE MARANGUAPENSIS: EM PERIGO
A espécie é observada no folhiço das bromélias, onde fazem posturas com 5-6 ovos translúcidos. É comum observar os filhotes recém-eclodidos no local.
A espécie habita a Serra de Maranguape, onde grande parte da área foi substituída por plantio de bananeiras, porém a espécie é registrada com frequência.
É localizada no folhiço das bromélias, margem de riachos e tapetes de musgos nas pedras
A espécie habita a Serra de Maranguape, onde grande parte da área foi substituída por plantio de bananeiras, porém a espécie é registrada com frequência.
É localizada no folhiço das bromélias, margem de riachos e tapetes de musgos nas pedras
FATORES DE AMEAÇA: Perturbação humana, perda/degradação de habitat.
BIOMA: Caatinga, Mata Altântica
3- AEGLA CAVERNICOLA: CRITICAMENTE EM PERIGO
Aegla cavernicola representa a primeira espécie descrita de eglídeo adaptada exclusivamente à vida em ambiente subterrâneo de caverna . A ocorrência desta espécie troglóbia está registrada apenas para a localidade-tipo, representada pelas cavernas contíguas do Sistema Areias composto por Areias de Baixo e Areias de Cima. Este sistema está localizado no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira – PETAR, na região cárstica do Alto Ribeira, sul do Estado de São Paulo. De maneira semelhante às outras duas espécies troglóbias (Aegla microphthalma e Aegla leptochela) descritas posteriormente , Aegla cavernicola também apresenta características morfológicas associadas à vida em ambientes subterrâneos como redução da área pigmentada córnea, despigmentação geral do corpo e maior tamanho dos apêndices locomotores em comparação com as espécies de ambientes epígeos .
A biologia da espécie é praticamente desconhecida. Sabe-se que a espécie exibe hábitos crípticos que lembram as espécies de ambientes epígeos e que o pico reprodutivo ocorre nos meses secos e frios do inverno . A ecologia populacional da espécie foi estudada por Moracchioli (1994), que estimou uma densidade média de 2,34 indivíduos/m² na caverna Areias de Baixo. Porém, Alves Jr. (2007) menciona densidades entre 1 e 2 indivíduos/m² também na mesma caverna. Mais recentemente, Maia et al. (submetido) relataram dificuldades em amostrar exemplares desta espécie em 2009, mencionando que a distribuição de A. cavernícola, que outrora ocorria desde próximo da entrada (sumidouro) da Caverna Areias de Baixo, atualmente restringe-se a um trecho após a transposição de um sifão localizado aproximadamente a 700 metros da entrada da caverna.
Assim como já mencionado para as outras duas espécies de eglídeos troglóbios, o estado atual de conservação de A. cavernicola inspira preocupação em vista do declínio populacional observado no passado recente, do alto endemismo da espécie que é expresso pela reduzida área de distribuição limitada à localidade-tipo (Sistema Areias) e por se tratar de ambiente singular e frágil (hábitat subterrâneo), cuja comunidade animal depende fortemente de aporte de nutrientes de origem externa (meio epígeo). No ano de 1998, Aegla cavernícola foi incluída na categoria “Vulnerável” (VU) na lista das espécies ameaçadas de extinção do Estado de São Paulo . Esta classificação manteve-se inalterada no “Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção” .
FATORES DE AMEAÇA: Poluição, assoreamento do leito de rio causado por desmatamento, degradação ambiental
BIOMA: Mata Atlântica



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