Segundo o Instituto Chico Mendes MMA temos 627 espécies ameaçadas de extinção na nossa fauna.
1- JACUTINGA - ABURRIA JACUTINGA : AMEAÇADA
É um dos mais belos e emblemáticos endemismos da Mata Atlântica.
Espécie florestal, prefere as matas primárias de baixada e de média altitude, havendo registros até 1.000 m acima do nível do mar. Suspeita-se que possa fazer migrações altitudinais, especialmente na Serra do Mar, acompanhando a frutificação de algumas espécies de árvores. Era mais comum ao longo de cursos d´água do que no interior das florestas. Passa a maior parte do tempo nas árvores, descendo ao solo apenas para apanhar alguns frutos caídos ou para beber água. Frugívora, com uma dieta ampla, que inclui frutos do palmito (Euterpe edulis), um dos seus alimentos favoritos. Regurgita as sementes ingeridas ou as elimina com as fezes, apresentando um papel importantíssimo na dispersão de sementes nas florestas onde habita.
Discreta. Chama a atenção no final da tarde ou no amanhecer, executando barulhentos vôos territoriais, graças às modificações nas suas rêmiges primárias. A reprodução ocorre no segundo semestre, entre agosto e novembro. Seu ninho é uma plataforma simples, construída com galhos e ramos no alto das árvores. A fêmea coloca de 2 a 3 ovos de casca branca, que se torna marrom com o tempo. Os filhotes, nidífugos, acompanham os pais pela ramaria alta tão logo a plumagem esteja seca.
2- LIBÉLULA - ACANTHAGRION TAXAENSE : EXTINTA
É uma libélula de porte pequeno, de asas hialinas e iguais. A espécie
caracteriza-se por apresentar a parte posterior da cabeça amarela e dorso do
labro escuro. Abdômen negro, com faixas azuis dorsais.
A espécie possui apêndices superiores curtos, não ultrapassando os inferiores, com uma faixa de cerdas em forma de pincel. Os espécimens foram coletados na vegetação subarbórea que circunda a Pedra de Itaúna, no canal das Taxas, lagoa das Taxas e lagoa de Marapendi, no Recreio dos Bandeirantes, município do Rio de Janeiro. A situação da espécie é agravada em razão da grande expansão imobiliária que vem se verificando na região de ocorrência da espécie.
Motivo da Extinção: Perda/degradação de habitat
3- ACROBATA - ACROBATORNIS FONSECAI: AMEAÇADA
O ninho da espécie é esférico, feito com gravetos e situado na copa das árvores mais altas. A câmara oológica é feita com musgo e folhas. O acrobata pode construir ninhos falsos para confundir predadores ou como reserva de gravetos para a manutenção do ninho ativo.
É um passáro de pequeno porte (cerca de 15 cm). Foi descrito das matas de tabuleiro do sudeste da Bahia. Vive em altitudes desde o nível do mar até 800 m, habitando as copas das cabrucas. Insetívoro, procura e captura alimento com movimentos acrobáticos que incluem, "escaladas negativas" nos galhos. A reprodução ocorre entre os meses de setembro e outubro.
É o único representante da família Furnariidae cuja plumagem dos jovens difere radicalmente da dos adultos.
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Neste princípio já vemos que uma das espécies da Lista do Instituto já considera-se Extinta, por ignorância nossa em achar que somos donos de tudo, não pensarmos que existem outros habitantes naquela região que chegaram antes de nós e que são os verdadeiros donos do local. Devastamos a casa deles e acabamos com mais uma espécie, isso não é motivo para ficar feliz, muito pelo contrário é uma tremenda Vergonha, que direito nós temos de Exterminar qualquer espécie que seja?
Vamos ter mais consciência ae pessoal... Vamos preservar Hoje para não chorarmos amanhã!



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