É uma espécie rara no Rio Grande do Sul e restrita aos rios que correm pela região do Pampa em direção ao rio Uruguai.
A espécie instala-se em fundos firmes com areia grossa, argila com pouco limo ou também entre cascalhos e pedras. A maior quantidade de exemplares de uma população foi encontrada em pontos onde a corrente é de boa velocidade, com boa transparência da água. As populações encontradas até agora são constituídas de poucos exemplares. O Rio Grande do Sul é o único Estado brasileiro onde ocorre esta espécie.
FATORES DE AMEAÇA: Introdução de espécie exótica, Perda/degradação de habitat, poluição.
BIOMA: Pampa
2- ANODONTITES IHERINGI: EM PERIGO
É uma espécie que vive em pequenas populações, de abundâncias desconhecidas, em rios e arroios do Rio Grande do Sul. Como os demais moluscos bivalves de água doce, é um filtrador ativo, desempenhando um papel de extrema importância no meio ambiente.
A espécie integra a cadeia alimentar de vários vertebrados. Pode ser utilizado como indicador de condições ambientais ou como biomonitor de alterações ambientais ou de poluição. Esta espécie tem preferência por rios e arroios com águas bem oxigenadas e correntes e fundo compactado. A concha é espessa, o contorno é elíptico ovalado, os umbos muito baixos, a região anterior curta e arredondada. A superfície externa de cor marrom-esverdeada, às vezes ornamentada com linhas radiais verdes formando “Vs” imbricados. Internamente apresenta cicatrizes dos músculos adutores, profundas e bem demarcadas por linhas concêntricas escuras
FATORES DE AMEAÇA: Introdução de espécie exótica, Perda/degradação de habitat, poluição.
BIOMA: Mata Atlântica; Pampa
3- MARISCO-DE-ÁGUA-DOCE - ANODONTITES SOLENIFORMES: VULNERÁVEL
É um molusco bentônico dulciaqüícola pertencente à família Mycetopodidae. Sua concha é pouco oblíqua, sub-trapezoidal, alongada, com a margem côncava e uma depressão na região mediana da concha, cujo comprimento médio é de 6 a 7 cm. O contorno da concha lembra um rim.
São encontrados em sedimentos arenosos ou areno-lodosos, a profundidades que não ultrapassam 1 m. Enterra-se no substrato, de tal maneira que as aberturas inalante e exalante permanecem no nível do sedimento. A biologia reprodutiva ainda necessita ser estudada e, como a grande maioria dos bivalves de água doce, utilizam peixes como hospedeiros intermediários para completar o ciclo reprodutivo. Sua larva é denominada lasídio. Encontrada em substratos finos e compactados (lodosos) .
FATORES DE AMEAÇA: Perturbação Humana, introdução de espécie exótica.
BIOMA: Amazônia; Caatinga; Cerrado; Mata Atlântica


aqui no rio Braço do norte tem eu já pesquei mais de trinta quilos
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