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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Espécies Ameaçadas(Fauna) - Parte 02

Bom amigos, vamos a mais algumas espécies ameaçadas.

1- QUENQUÉM - ACROMYRMEX DIASI: VULNERÁVEL





FATORES DE AMEAÇA: Perturbação humana, Perda/degradação de habitat.

BIOMA: Cerrado

É uma formiga cortadeira. São insetos sociais, divididos em castas, de tamanhos e atividades diferenciadas dentro da colônia. A longevidade das operárias e dos soldados é de um ano, no máximo. Os formigueiros, chegam a persistir por 15 anos em laboratório, tempo de vida da rainha.

Os formigueiros dessa espécie são formados por milhares de indivíduos, estabelecidos em uma ou mais cavidades ou “panelas”. Existe registro do vôo nupcial desta espécie para o mês de novembro, estação  chuvosa, com presença de machos e fêmeas nos mesmos formigueiros. É endêmica do Brasil. Se alimentam de fungos, através do corte de plantas, que serve como substrato. O fato de A. diasi ser rara e vulnerável dificulta o estudo desse interessante comportamento


2- BORBOLETA-PALHA - ACTINOTE QUADRA: VULNERÁVEL






FATORES DE AMEAÇA: Perturbação humana, Perda/degradação de habitat.

BIOMA: Mata Atlântica

Actinote quadra ocorre sempre em baixas densidades, ao contrário da maioria das espécies do gênero .


Os poucos registros na natureza incluem sempre um ou dois indivíduos avistados e, mesmo nas coleções, o número de exemplares é pequeno. Isso somado ao curto período de vôo dos adultos (como é regra para espécies deste gênero) torna difícil o trabalho com esta espécie, e a não observação de adultos na natureza não indica necessariamente ausência de uma população local. Com base nestes dados, a proteção dos seus habitats, o que inclui boa parte dos remanescentes de matas de altitude de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, é a medida principal a ser tomada para a proteção desta espécie.

3- BORBOLETA - ACTINOTE ZIKANI: CRITICAMENTE EM PERIGO



FATORES DE AMEAÇA: Perda/degradação de habitat, poluição.

BIOMA: Mata Atlântica

É uma espécie bastante ligada a áreas de topo e virada da Serra do Mar (ca. 900 a 1.200 m de altitude), em ambientes especialmente úmidos e com baixo grau de degradação. Sua planta de alimento larval é a trepadeira Mikania obsoleta(Asteraceae), que parece ter área de distribuição e necessidades ecológicas similares às de A. zikani, mas com área de ocorrência mais ampla que esta última.

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Hoje vimos uma formiga e 2 Borboletas. Atenção galera para nossa amiga da Serra do Mar, não pisem, não batam em borboletas, estas sem duvida não fazem mal a ninguém.


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